Todo o seu compliance de stablecoins em uma única integração
Compliance de stablecoins
A camada de compliance para colocar stablecoins no mercado
- GENIUS Act (US)
- MiCA (EU)
- HKMA (HK)
- MAS (SG)
- VARA (UAE)
- FATF R.16
O parceiro de compliance mais conectado
em cripto
Criado para cada participante do ecossistema de stablecoins
KYC · AML Screening · AML Transaction Monitoring · Wallet Screening · KYB · Travel Rule

Stablecoins já são reguladas. Compliance é obrigatório.
Nos EUA, na UE e na Ásia, stablecoins são instrumentos financeiros regulados. KYC, AML e a Travel Rule não são mais opcionais. A janela para construir infraestrutura compliant está aberta agora.
Se você construir direito agora, cada novo mercado vira uma configuração, não uma reconstrução.
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FAQ
O que é compliance de stablecoins e por que isso importa?
Compliance de stablecoins refere-se ao conjunto de obrigações regulatórias que emissores de stablecoins, exchanges, processadores de pagamento e outros negócios relacionados devem cumprir para operar legalmente. Essas obrigações normalmente incluem conhecer seu cliente (KYC) e conhecer sua empresa (KYB), screening antilavagem de dinheiro (AML), monitoramento de transações e conformidade com a Travel Rule. À medida que estruturas como a GENIUS Act nos EUA e o MiCA na UE entram em vigor, empresas de stablecoins que não atenderem a esses requisitos correm o risco de perder licenças ou serem impedidas de operar em mercados-chave.
Quais requisitos de compliance os emissores de stablecoins precisam atender?
Os emissores de stablecoins são cada vez mais tratados como instituições financeiras reguladas sob estruturas como a GENIUS Act nos EUA e o MiCA na UE. Isso significa que, em geral, eles precisam implementar procedimentos de onboarding KYC e KYB, realizar screening AML, monitorar transações em busca de atividade suspeita e cumprir obrigações da Travel Rule para transferências internacionais. Os requisitos específicos variam de acordo com a jurisdição, portanto emissores que operam em vários mercados precisam de uma estrutura de compliance capaz de se adaptar a cada ambiente regulatório.
O que é a Travel Rule e como ela se aplica a transações com stablecoins?
A Travel Rule é uma regulamentação financeira que exige que provedores de serviços de ativos virtuais (VASPs) e instituições financeiras coletem e compartilhem informações sobre originadores e beneficiários de transações acima de determinado limite. No contexto das stablecoins, isso significa que, quando uma transferência de stablecoin ultrapassa um limite regulatório, as plataformas remetente e destinatária precisam trocar dados de identidade das partes envolvidas. Os requisitos da Travel Rule já são aplicados em muitas jurisdições no mundo e devem se expandir ainda mais à medida que a regulação de ativos virtuais amadurece.
Como a Sumsub ajuda empresas de stablecoins a cumprir suas obrigações de compliance?
A Sumsub é uma plataforma de compliance que reúne KYC, KYB, AML Screening, Transaction Monitoring e suporte para Travel Rule em uma única integração. Para empresas de stablecoins, isso significa gerenciar toda a sua stack de compliance com um único fornecedor, em vez de conectar múltiplas soluções pontuais. A Sumsub oferece suporte a mais de 14.000 tipos de documentos em 220 países e territórios e permite que empresas de stablecoins se conectem a uma rede de mais de 2.100 VASPs para transferências com Travel Rule, o que a torna uma excelente opção para negócios que operam em várias jurisdições.
O que é Reusable KYC e como ele funciona no ecossistema de stablecoins?
Reusable KYC permite que um usuário que já foi verificado por uma empresa que usa a Sumsub acesse múltiplos produtos ou serviços dentro do ecossistema sem passar novamente pelo processo completo de verificação. Em vez de ser solicitado a reenviar documentos de identidade para cada marca, produto ou serviço, seus dados verificados podem ser compartilhados com segurança entre plataformas participantes. Para empresas de stablecoins, isso reduz a fricção no onboarding, diminui a taxa de abandono e limita o número de vezes em que o usuário precisa reenviar dados pessoais sensíveis.








