Monitoramento de transações na América Latina: desafios, pontos cegos e melhores práticas

Os pontos cegos, as tipologias e o que programas eficazes de monitoramento fazem diferente.

Monitoramento de transações na América Latina: desafios, pontos cegos e melhores práticas

Os pontos cegos, as tipologias e o que programas eficazes de monitoramento fazem diferente.

Nove em cada dez alertas de sistemas de monitoramento de transações na América Latina não têm qualquer fundamento. Os analistas que investigam esses alertas são os mesmos responsáveis por identificar os fraudadores reais, enquanto US$ 160 bilhões por ano em lavagem de dinheiro continuam circulando.

Os orçamentos de compliance em toda a região continuaram aumentando para 97% das instituições, enquanto a efetividade, segundo o Basel AML Index, permaneceu abaixo da média global. Trilhos de pagamento em tempo real, como Pix e SPEI, movimentam dinheiro em segundos, enquanto processos de compliance em lote operam com horas de atraso. Um usuário que passou por todas as verificações no onboarding pode passar meses circulando fundos por uma rede de mulas financeiras antes que uma regra estática consiga alcançá-lo, se conseguir.

Saiba como os desafios específicos de monitoramento de transações na América Latina podem ser enfrentados de forma confiável — com a Sumsub e a Intexus abrindo caminho com as ferramentas certas para esse trabalho.

O que você vai aprender:

  • Porque a América Latina cria desafios de monitoramento para os quais ferramentas globais genéricas não foram desenvolvidas, desde regiões híbridas entre dinheiro em espécie e digital, até padrões de fraude mobile-first que não são encontrados em nenhuma outra região do mundo.
  • Onde as falhas operacionais realmente estão: fadiga de alertas, KYC e Monitoramento de Transações desconectados, e as condições de arquiteturas que os trilhos em tempo real expõem.
  • Como as tipologias regionais se manifestam na prática: redes de mulas financeiras, smurfing digital, fraude de identidade sintética, golpes first party e layering com cripto, cada uma com sinais comportamentais que sistemas baseados em regras podem deixar passar.
  • O que programas maduros de monitoramento fazem diferente e um modelo de maturidade que instituições podem usar para avaliar em que estágio estão hoje.
  • Dois estudos de caso anônimos com métricas: um sobre redução drástica da fadiga de alertas e outro sobre o desmantelamento de uma rede croos-border de mulas financeiras em tempo real.

Este relatório é para:

CCOs, MLROs, diretores de departamentos contra crimes financeiros e fraude, além de diretores de risco e produto em bancos, fintechs, plataformas cripto e ecossistemas de carteiras que operam ou estão se expandindo para mercados da América Latina.